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No sofrimento a visão
Além do véu
Na agonia a revelação
Do propósito
Nos ombros sustentar
A missão de criar
Um sentido
Há resistência no ato de existir
Insurgir
Quando a dor persistir
Nos olhos arde a chama
Arde a revolta
O cosmo absurdo, indiferente
Em silêncio
A jornada é o próprio fim
Sombras e pó
Fugaz centelha
Sina inexorável
Nos ombros sustentar
A missão de criar
Um sentido
E então continuar
A caminhar
Há resistência no ato de existir
Insurgir
Quando a dor persistir
O sangue a verter
Por sobre as lápides dos dias
Tinge as areias
Que se esvaem na noite fria
Sombras e pó
Fugaz centelha
Sina Inexorável