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A voz do hiperfocal
Minha boca salta pra beber de lá
Como lençol, ponho minhas mãos às conchas
Casa de caracóis, olhos de haver portais
Goela fluindo suas diagonais
Seus rastros marcam meus cartões postais
Já não tão brancas, felina ou brânquias
Se eu pulo é porque a queda é minha contenção
E aí que vem você
E aí que vem você
A voz do hiperfocal
Minha boca salta pra beber de lá
Como lençol, ponho minhas mãos às conchas
Casa de caracóis, olhos de haver portais
Goela fluindo suas diagonais
Seus rastros marcam meus cartões postais
Já não tão brancas, felina ou brânquias
Bestas são bípedes quando as compras
Se cansarem de compreender o chão
Pra ver do céu, pingar o sete, pintar teu seio
Se eu pulo é porque a queda é minha contenção
E aí que vem você
E aí que vem você
Balançar o coqueiro
E aí que vem você