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Ergo os braços, minhas armas não
Salvam almas, não há salvação
Meu corpo em guerra e paz, o que constrói se desfaz
Nada de glória, esse é o meu fardo
Pra te guiar, estrada fria
Sinto tua energia
Sussurrando, "me tira daqui"
Eu vou voltar pra te buscar
Me transformar em vingança
Entre estrelas, sou sombra, sou frio
Almas pardas queimem o pavio
Espero o sol que me guia, meia-noite vira dia
Enquanto eu queimo os velhos laços
E sobra só poesia, na minha mira, a bala guia
Vingança, versos, goles amargos
Eu vou voltar pra te buscar
Me transformar em vingança
Sua escolha fez o céu queimar
Mas antes vai se detonar
Eu vou voltar pra te buscar
Me transformar em vingança
Entre estrelas, sou sombra, sou frio
Almas pardas queimem o pavio
Ergam os braços, minhas armas não
Erram almas sem salvação