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Vocês vestem o sagrado, mas vivem da mentira
Bíblias nas mãos, corações na cobiça
Pregam amor, mas vendem ilusão
Transformaram fé em comércio, templo em balcão
Falam de Deus, mas não vivem a verdade
Usam o nome d'Ele pra ganhar autoridade
Olhos vazios, alma corrompida
Lábios de anjo, intenção assassina
Vocês constroem tronos com o sofrimento alheio
Pisam nos fracos, se chamam de eleitos
Mas a luz revela o que vocês escondem
A verdade grita, e vocês se dissolvem
Raça de víboras!
Língua de veneno, coração de pedra
Raça de víboras!
Falsos profetas, coroa de trevas
Raça de víboras!
Vocês enganaram o povo, mas não a verdade
Raça de víboras!
O fogo da justiça vai queimar a falsidade
Vocês fecham os céus na cara do pobre
Exploram a fé de quem só quer socorro
Prometem milagres, vendem esperança
Enquanto o povo morre na ignorância
Chamam-se santos, vivem de aparência
Mas fogem da cruz, fogem da essência
Vocês falam de Deus, mas não conhecem amor
Quem anda na luz não vive na dor
Sepulcros pintados, podres por dentro
Cheiro de morte disfarçado de incenso
Vocês falam de glória, mas vivem de engano
O nome é santo, o sistema é profano
Raça de víboras!
Língua de veneno, coração de pedra
Raça de víboras!
Falsos profetas, coroa de trevas
Raça de víboras!
Vocês enganaram o povo, mas não a verdade
Raça de víboras!
O fogo da justiça vai queimar a falsidade
Não é sobre dinheiro
Não é sobre poder
Não é sobre status
É sobre viver o que diz crer
O templo não é palco
A fé não é negócio
O sangue não é lucro
A cruz não é um sócio
Ainda há tempo
Ainda há graça
Ainda há perdão pra quem se quebranta
Raça de víboras!
A verdade vos expõe, a luz vos confronta
Raça de víboras!
O amor de Cristo quebra a afronta
Raça de víboras!
Não é religião, é transformação
Raça de víboras!
Ou nasce de novo... ou cai no chão
Não é sobre igreja
É sobre cruz
Não é sobre sistema
É sobre Jesus