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Tudo parece parar
Não há movimento algum
Vezes, meses vai durar
Letargia me faz vaguear
Num vácuo de lugar nenhum
Estático a resvalar
Se querer alçar me faz
Pensar onde chegar
Prosseguir sonâmbulo
Em qualquer direção, não dá
Ontem, teve seu lugar
E quem sabe se o amanhã virá?
Passar os dias controlando os ponteiros
Não apressará as estações
Antes, foi sem despedir
Depois, não sei se vai surgir
Agora, haja paciência!
Tarde o que tardar, pois
Esperar é maturar
O tempo que vem não é igual ao tempo que foi
O tempo em tudo e o nada presente
Ardente, a vida que segue pungente
Ponteiro cravado na mente
As horas enganam a gente
Espero tudo o que vejo de frente
Agora é fruta e semente
Como já disse aquele poeta:
O presente é o presente
E, o tempo continua mesmo sem a gente
Se querer alçar me faz
Pensar onde chegar
Prosseguir sonâmbulo
Em qualquer direção, não dá
Ontem, teve seu lugar
E quem sabe se o amanhã virá?
Passar os dias controlando os ponteiros
Não apressará as estações
Antes, foi sem despedir
Depois, não sei se vai surgir
Agora, haja paciência!
Tarde o que tardar, pois
Esperar é maturar