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O céu escurece ao meio-dia
A Terra prende o ar
Braços abertos costuram o infinito
Ao pó dos nossos ombros
Pregos rasgam o silêncio
Cada gota pesa a criação
O madeiro ergue o Cordeiro
Acima de toda acusação
Está consumado
O preço é vida por vida
Está consumado
Justiça e graça se abraçam
O véu rasga do alto ao solo
O abismo encontra ponte
Pedras clamam, túmulos tremem
Mas o amor permanece onde os homens não podem
Silêncio de pedra fria
Três dias guardam a esperança
Sombras não têm a última palavra
A manhã espreita na fenda da rocha
Ele vive! diz o jardim
Eco de luz dentro da tumba vazia
Morte perde o nome
Vida ganha asa
Está consumado
A ferida agora é porta
Está consumado
O medo jaz morto à beira da estrada
Está consumado
O Reino explode em alvorada!