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Òsun e lóolá Ayaba imolè lóomi
Vem me faz chorar, vem me faz sorrir
Òsun e lóolá Ayaba imolè lóomi
O corpo em comunhão com a água e o líquen
O corpo de barro vai animar a maquinação do mundo
A potência transcendente que suplanta a mediocridade
Vamos experimentar a vida
Ìyá dò sìn máa gbè ìyá wa oro
Vem me transfigurar, a metamorfose é nossa língua
Ìyá dò sìn máa gbè ìyá wa oro
Vem me transfigurar, a metamorfose é nossa língua
O corpo de barro vai animar a maquinação do mundo
A potência transcendente que suplanta a mediocridade
Vamos experimentar a vida
Vamos nos espraiar para outros organismos ao nosso redor
Por confluências de narrativas
Se há um futuro a ser vivido, ele é ancestral
Nas narrativas de mundos antropocêntricas
Essa centralidade silencia as outras presenças
Empobrecer a existência é a vontade do capital
A história da pátria, um cemitério continental
(...)
Os rios, esses seres que sempre habitaram os mundos
Em diferentes formas, são quem me sugerem que
Se há futuro a ser cogitado, esse futuro é ancestral
Porque já estava aqui
Gosto de pensar que todos aqueles
Que somos capazes de invocar como devir
São nossos companheiros de jornada
Mesmo que imemoráveis, já que a passagem do tempo
Acaba se tornando um ruído do planeta
Mas estamos na Pacha Mama, que não tem fronteiras
Então não importa se estamos acima ou abaixo do rio Grande
Estamos em todos os lugares
Pois em tudo estão os nossos ancestrais, os rios-montanhas
E compartilho com vocês a riqueza incontida
Que é viver esses presentes