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Fervo a água que é pra fazer uma sopa quente
Oi, lhe meto um bocado de tudo que é decente
Que é pra ver se melhora a cegueira dessa gente
Que é de entristecer
O que foi que botaram na ideia dessa gente?
Foi veneno que congelasse o coração?
Fervo a água e preparo com zelo uma sopa quente
Pra quebrar a maldição
Dentro da terra, do fundo do sol
Há uma força, há uma força
Dentro de nós há uma força
Sempre haverá
Haux haux
A navalha da espada de Jorge, me oriente
Meu cavalo carrega mandinga de proteger
Eu explodo a muralha dos medos que essa gente
Quer fazer crescer
Vai de retro a maldade que fala na boca dessa gente
E arrodeiam mil folhas de arruda no meu cordão
Esconjuro a maldade que fala na boca dessa gente
Não me mete medo, não
Dentro da terra, do fundo do sol
Há uma força, há uma força
Dentro de nós há uma força
Sempre haverá
Haux haux
Haux haux
Haux haux
Haux haux
Haux haux
Ai, vem, vem!