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Muralhas de pedra e pó, a cidade em pavor
O sussurro do vento traz ecos de guerra, do outro lado do rio
Na casa à beira, à margem da dor
Uma vida à espreita, sem rumo, sem prumo
Mas ventos distantes trouxeram histórias pesadas
De um Deus que abriu as águas, poder sem igual
Na fresta da alma, as sementes da verdade brotavam
Uma luz discreta, rompendo um portal oculto
Um fio rubro pendendo, na janela visível a todos
Sinal de aliaça, tecida na espera
A fé se escondeu no breu inatingível daquela casa
Um novo traçado, a vida floresceu
Espias ocultos, o silêncio pesado no telhado
Uma escolha ousada que moveu tudo dentro dela
O medo se dissolveu, o passo arriscado foi dado
Pela graça que chamou, e o que se proveu
Não pelos caminhos que o mundo desenhou para ela
Mas pela bondade imensa que nela encontrou
Em meio ao castigo, um germe de esperança brotou
De um amor que eleva, e a alma renovou
Das ruínas da culpa, um novo alvorecer
Na teia do sagrado, um ponto se fez, um elo
O Espírito Santo, faz a vida renascer
Um milagre da graça, a cada instante que se revela
Um fio rubro pendendo, na janela visível a todos
Sinal de aliança, tecida na espera
A fé se escondeu no breu inatingível daquela casa
Um novo traçado, a vida floresceu
Pelo fio rubro... a vida se ergueu
O que se perdeu... a graça reverteu
No amor que abraça... tudo se refaz
Luz... que traz... sua paz