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Um sambinha rente
Como a gente
Esquentando a frente
Da bateria
Agogôs ganzás
Sem vacilar
Dão um colorido
Na avenida
Uma batucada
Alta pra nossas almas
Dançarem apaixonadas
Nas alegorias
Com os orixás
E ancestrais
Que comandam o ronco
Das cuícas
A mulher mais rica
Pobres, sodomitas
Repicando as ancas com maestria
Nobres presidentes,
Rebeldes e tenentes
Matam toda a sede hoje
A alforria
Matam toda a sede hoje
A alforria
Venha minha gente
Pra esse samba quente
Vem que é carnaval
Se misture
Beba pule e grite
Porque logo volta tudo ao normal
Ao normal
Um sambinha rente
Como a gente
Esquentando a frente
Da bateria
Agogôs ganzás
Sem vacilar
Dão um colorido
Na avenida
Uma batucada
Alta pra nossas almas
Dançarem apaixonadas
Nas alegorias
Com os orixás
E ancestrais
Que comandam o ronco
Das cuícas
A mulher mais rica
Pobres, sodomitas
Repicando as ancas com maestria
Nobres presidentes,
Rebeldes e tenentes
Matam toda a sede hoje
A alforria
Matam toda a sede hoje
A alforria
Venha minha gente
Pra esse samba quente
Vem que é carnaval
Se misture
Beba pule e grite
Porque logo volta tudo ao normal
Porque logo volta tudo ao normal
Porque logo volta tudo
Quando toca o Samba enredo
Afastando o desespero
De um mundo desigual
Que é normal pós carnaval
No desfile os corações
Acompanham os graves surdos
Mas chega a quarta-feira
E a ressaca seca tudo
E aquele que amei
Hoje já não mais o sei
Começou mais um ano
Vamos aumentar os ganhos