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Já escrevi e reescrevi daquilo que ouvi
Sem pensar muito, só reproduzi
Cada macaco no seu galho
É o que aprendi
Será que vingança é prato
Que se serve frio?
É morte do amor porque amar é perdoar.
Dente por dente. Olho por olho
Onde é que isso vai dar?
Quem feriu, com ferro fere e sairá ferido
Não acho que quem vai à feira perde a cadeira
Pra bom entendedor meia palavra não basta
Em terra de ego quem vê o outro é rei
E cego é quem se olha e não enxerga além
Não pense que está certo sem ouvir outrem
Pois cada ser humano é um universo, eu sei
Percebi que é necessário se desconstruir
Esquecer daquilo que um dia entendi
Me reusar, atualizar, me requalificar
E pra fechar toda essa história
De se reinventar
Desmantelar e desmontar o dito popular
Água mole em pedra dura
Bate até furar
Em terra de ego quem vê o outro é rei
E cego é quem se olha e não enxerga além
Não pense que está certo sem ouvir outrem
Pois cada ser humano é um universo, eu sei
Em terra de ego quem vê o outro é rei
E cego é quem se olha e não enxerga além
Não pense que está certo sem ouvir outrem
Pois cada ser humano é um universo, eu sei