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Quando tu vens, o quarto muda de pele
A luz fica baixa, o silêncio treme
O teu olhar encosta sem tocar
E eu já sei que não vais parar
O teu corpo fala antes da tua voz
Chegas devagar, mas perdes-nos a nós
Cada passo teu provoca mais
E o meu nome escapa quando me olhas assim
Não digas nada
Chega mais perto
Deixa o desejo
Fazer o resto
Quando tu vens
O ar fica quente
A tua cintura sabe exatamente
Onde me prender
Quando tu vens
Perco o controlo
A tua boca chega perto
E eu já não sou dono do corpo
Quando tu vens
É fogo lento
Pele com pele
No mesmo movimento
As tuas mãos conhecem-me melhor
Sabem quando parar... e quando não
Entre suspiros baixos e um olhar
Dizes tudo sem falar
O tempo pára quando me puxas assim
Devagar demais pra ser o fim
Não prometemos o depois
Só esta dança, só nós dois
Não perguntes
Se isto é certo
Hoje a noite
Fica por perto
Quando tu vens
O ar fica quente
A tua cintura sabe exatamente
Onde me prender
Quando tu vens
Perco o controlo
A tua boca chega perto
E eu já não sou dono do corpo
Quando tu vens
É fogo lento
Pele com pele
No mesmo movimento
Chega mais
Encosta em mim
Deixa o ritmo
Mandar em ti
Devagar
Sem pressa nenhuma
Esta noite
Não pede desculpa
Quando tu vens
Eu deixo acontecer
Se o mundo cair lá fora
Que fique por saber
Quando tu vens
É só sentir
O teu corpo chama o meu
E eu deixo-me ir
Quando tu vens
Já não há volta atrás