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Quando eu for pequenino hei-de nascer de novo
Talvez num corpo que não reconheças
Se assim for, não te quero a duvidar de mim
Decora a senha e a contra-senha
Antes morrer, a saber que te sou estranho
Se eu puder escolher quero ser um guarda-rios
Hei-de-te guardar impaciente
Deixa-me à janela as migalhas do teu pão
Qualquer bocadinho de ti me serve
E o Arlindo que não corte a árvore grande rente ao chão
Cá de cima vejo, cá de cima vejo-te
De manhã saíste à pressa e voltaste atrás
Como se esquecesses qualquer coisa
Desta vez já não me tens a refilar
E até dos teus atrasos sinto falta
E toda a vida te chamaram despassarada
Então olha para cima, a senha é "queixo para cima"
E a contra-senha é
"Piu"