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Na casa pequena, o som dos passos
A mesa posta, a vida em afazeres
Marta corre, apressa os braços
Maria repousa... no silêncio dos mistérios
O verbo se fez visita
E encheu o chão de eternidade
Entre o pão e a palavra escrita
Dois corações... dois modos de verdade
Mas quando Ele fala
O tempo se desfaz
Entre pratos e palavras
O que é eterno fica em paz
Aos Teus pés, descanso e respiro
Meu abrigo, meu lugar
Entre servir e Te ouvir, respiro
Pra nunca mais me ausentar
Dias depois... silêncio e lamento
Um corpo dorme... quatro dias no tempo
Marta corre, fé em desalinho
Maria chora, queda no caminho
Mas Ele vem
Aquele que chora e levanta
O verbo que acende esperança
No vale onde a morte canta
Se creres, verás
A vida vencer o fim
Se creres, verás
Que quem chega é o porvir
Aos Teus pés, descanso e respiro
Meu abrigo, meu lugar
Entre servir e Te ouvir, respiro
Pra nunca mais me ausentar
Chama meu nome no meio da dor
E eu volto a viver, eu volto a viver
Quando Te escuto, se cala o temor
Eu volto a viver, eu volto a viver
Aos Teus pés, descanso e respiro
Meu abrigo, meu lugar
Entre servir e Te ouvir, respiro
Pra nunca mais me ausentar