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Era dia do soldado
Que eu me lembro, verde
De uma ousadia pouca que te quero verde
É de estômago vazio
Que me armo e arrepio
E encaro o encontro o eterno, finalmente
Não que eu não tenha mais medo do perigo
Mas cadê a força que estava comigo?
E-e-e-e-e-e-e-ah
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
Eu sei
Você me escuta bem
Eu sei, bem
Você me vê assim
Teu peito
Mora dentro de mim
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
E, ainda que haja ousadia, é indecente
Quente como a guerra é asquerosa, entorpecente
E apesar do vento frio que eu mesma desafio
Sinto que a garra, arranha a guerra mortalmente
Sinto-me amarrada a ela
Não que eu não tenha mais medo do perigo
Mas cadê a força que estava comigo?
E-e-e-e-e-e-e-ah
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
A cor que eu mais gosto no mundo é a cor do inimigo
Tua cor eu sei de cor, o teu cheiro me persegue
Sou mil presas num só sol, oriente e acidente
Sou dos males o maior, um abismo permanente