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A bunda dela Balança
Sabe que amo essa fragrância
Fica essa noite e descansa
E finge que me ama
Covardia é isso que tu faz com o olhar
Pra cair no teu golpe teria que levantar
Nesse quarto tiro tua roupa devagar
Sinto aquele doce e leve perfume no ar
Amanhã só história pra lembrar
Toque a toque do plural vamos ao singular
Pra me encantar calcinha vinho pra eu tirar
Nas taças o medo e a ansiedade ficaram pra lá
Depois da tempestade sempre vem a calmaria
Deitado olhando a janela curtindo o clima
A chuva nós adormecendo nessa noite fria
No teu calor achei minha utopia
Magrinha que me traz inspiração
Pouco dialogo e muita sensação
E quanto me arranha eu aperto a tua mão
No olhar eu vejo tua intenção
A bunda dela Balança
Sabe que amo essa fragrância
Fica essa noite e descansa
E finge que me ama
A bunda dela Balança(balança)
Sabe que amo essa fragrância(fragrância)
Fica essa noite e descansa (Descansa)
E finge que me ama
Nesse nosso lance me sinto só um alquimista
O destino nós perdendo nessa ironia fina
Nas melhores noites nossas almas sempre brinda
Então me conta por que está assim tão fria?
A pele quente mas o coração gelado
Tentando esquenta entre toques e tragos
Evitando olhares tão raso
Não que nosso medo leve a gente algum lugar
Volta pra essa cama e vamos recomeçar
Pra que levantar e se arrumar
Deixa a noite acabar
Depois da tempestade sempre vem a calmaria
Deitado olhando a janela curtindo o clima
A chuva nós adormecendo nessa noite fria
No teu calor achei minha utopia
A bunda dela Balança
Sabe que amo essa fragrância
Fica essa noite e descansa
E finge que me ama
A bunda dela Balança(balança)
Sabe que amo essa fragrância(fragrância)
Fica essa noite e descansa (Descansa)
E finge que me ama
Ok ok ouve um equivico um equivico