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Caminha pela estrada, cobra cega
Na terra devastada pela inveja
Mediram nossa terra com essa régua
Meu peito transbordando cheio de mágoa
A seca espera a chuva pra dar trégua
Meus olhos transbordando cheios d'água
É o meu pavio aceso, não se apaga
Que eu sou veneno preso nessas léguas
Caminhando pela estrada, a cobra cega
Na terra devastada pela inveja
Mediram nossa terra com essa régua
Um peito transbordando cheio de mágoa
A seca espera a chuva pra dar trégua
Meus olhos transbordando cheio d'água
E o meu pavio aceso não se apaga
Que eu sou veneno preso nessas léguas