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Sencillo / Pista
Não nego fogo, eu sou nordestino
Desde menino sou de trabalhar
Tu me respeita, sou sujeito homem
Brigo com a fome num sol de rachar
Faço uma lenha com minha peixeira
Uma besteira não me faz brigar
Não tenho água, mas eu tenho sede
Quando eu jogo a rede é pra namorar
Quando eu jogo a rede, é pra namorar
Carcará (pega, mata e come carcará)
Eu sou da terra do seu Virgulino
Seu Severino também é de lá
E nessa vida o que me consome é a saudade grande pra danar
Quando eu me lembro da minha rendeira
Só a sanfona pra me acalentar
Só bebo água quando tenho sede
Quando eu jogo a rede boto pra quebrar
Quando eu jogo a rede boto pra quebrar
Carcará (pega, mata e come carcará)
Em todo canto eu vou tocando a obra
A mão-de-obra é dura de achar
Eu ganho pouco pra deixar o couro
Farinha é ouro. Não pode faltar
Eu vou na venda do seu Vitorino
Eu compro bucho, jerimum, Jabá
Eu tomo uma pra enganar a sede
Eu vou pra minha rede. Eu vou descansar
Vou pra minha rede, eu vou descansar
Carcará (pega, mata e come)
Carcará (pega, mata e come)
Carcará (pega, mata e come)
Carcará (pega, mata e come)
Oba!
Olha o nego Edson aí
Hoje é dia de festa em todos os terreiros ouviu, Maria
Hoje dia de todos os Santos, bom dia pra se curiar
O coro 'tá comendo essa hora também na casa de Sinhá
Até cobra deve 'tar fumando, minha gente, por lá (auê, auê)
Auê, auê, auê, auê, auê, auá
Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá (auê, auê)
Auê, auê, auê, auê, auê, auá
Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá (auê, auê)
Olho ruim é pior do que praga de mãe e madrinha
Olho ruim também seca, qualquer pimenteira da vida
Macacos me mordam, se a gente 'tá cheio de magia
E se eu estiver a Sinhá vai tirar Maria
Até no bom tempo não se pode confiar, Maria
Eu já vi chover, com tremendo sol quente, Maria
Seguro morreu de velho, e desconfiada ficou, Maria
Coma com Pedro, mas sempre de olho no Pedro, Maria
Na Bahia minha gente, os tambores tocam noite dia
Porque os baianos, não dormem com os olhos dos outros Maria
Palma da mão!
(Auê, auê, auê, auê, auê, auá) olha aeh
Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá, auê
(Auê, auê, auê, auê, auê, auá) auê, auê
(Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá) auê, auê
(Auê, auê, auê, auê, auê, auá)
Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá, auê auê
(Auê, auê, auê, auê, auê, auá) valeu moleque
(Hoje eu quero saber como está minha banda no pé do congá)
Lá no pagode da Dercy também, eu cantava essa de Dudu Nobre e Zeca Pagodinho