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Eu não vou ser filhote de gnu
Esperando o cão selvagem
Isso é uma armadilha
Vocês são flores que parecem baldes
Produzidos por orquídeas
Atraídos pelo cheiro do dinheiro
Cuidado! É escorregadio
O solo é pegajoso
Se tu cair aqui eles te prendem
Parece um calabouço
Isso aqui é um calabolso
Minion cuidado
Pro carro não te pegar na pista
E a igreja transformou a geração
Dos anos 80 em eleitor de fascista
Assim nem cavalo aguenta
Essa é pra quem
Sobre a base sustenta
E mantém o que te faz real
E ninguém vai dizer
Que quando eu vencer
Eu não vou ter merecido
Amassando quem for desleal
Me faço agradecido
Por acordar mais um dia
E todos os dias tem sido um caos
Pensando no que eu poderia ser
Veja no que estamos nos tornando
Meu Alterego e meu Eu-lírico
Não estão mais se falando
Pensando no que eu poderia ser
Veja no que estamos nos tornando
Meu Alterego e meu Eu-lírico
Não estão mais se falando
E ela trouxe a reconciliação das partes
Agora volto a escrever
Presente a divina trindade
Com rimas nas frases
Sem aspas nem crases
Meu filho o que trazes?
As rotas nesses mares
Tortuosos velejo
Enquanto almejo o topo
Afundado no brejo
Aprecio um breja
Puxa mais uma cadeira
Vem que a noite longa
Tipo horas na esteira
Tipo horas na cadeira
Levanta e se alonga
Corre pro trabalho
Nos fone o Djonga
Lá fora a chuva cai
Obitusa, das palavra abusa
Mas não passam de frases na blusa
E cê se pergunta
"O que esse cara usa?"
Com frequência em Hertz
Estão preso em redes
O mundo e suas oscilações
Sou a mesma pessoa
Com múltiplas variações de mim
Quem vai assumir a luz
Quem de vocês faz jus?
Acabaram-se a cerimônias
Olfato apurado igual o Tanjiro
Vocês são água com amônia
Perfumes falsos entram em pânico
Pensando no que eu poderia ser
Veja no que estamos nos tornando
Meu Alterego e meu Eu-lírico
Não estão mais se falando
Pensando no que eu poderia ser
Veja no que estamos nos tornando
Meu Alterego e meu Eu-lírico
Não estão mais se falando