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Cinza na testa, aço na mão
A noite morde, mas não me rendo
Sussurros rastejam como cobra ao chão
Teu Deus partiu — por que lutar sozinho?
Mas na tempestade ecoa um som
Não é trovão, é graça em redor
Levanto a espada que não se quebra
Por cada alma que a treva ceifa
Cairão muros onde a verdade fala
Cristo venceu — a morte é frágil
Meu escudo fendeu, o ar rareia
Mas surge alvorada onde a culpa reinava
Nenhum fantasma aqui terá domínio
Onde a graça passou e mudou o caminho
Treme a terra, o céu pode rasgar
Mas o Amor já trilhou este lugar
Levanto a espada que não se quebra
Por cada alma que a treva ceifa
Cairão muros onde a verdade fala
Cristo venceu — a morte é frágil
Lux in tenebris, non vincitur
Sanguis Agni, nos liberat
Não me chamaste por força que tenho
Mas pela fraqueza que Tu conheces
Que o grito ecoe sem temor
Meu Senhor é Deus — e está aqui
Levanto a espada que não se quebra
Por cada alma que a treva ceifa
Cairão muros onde a verdade fala
Cristo venceu — a morte é frágil
Vitória em Seu nome
Vitória