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No vazio do cosmos, onde o som é silêncio
Surge a chama divina, o eterno equilíbrio
Entre criação e fim, o ritmo é verdade
A dança de Shiva, o pulso da eternidade
Pés que tocam o chão, ecoando o começo
Cada passo, um universo,cada giro, um regresso
O fogo em sua mão, destrói pra renovar
No círculo sagrado, o tempo a girar
Ó Nataraja, senhor do infinito
Teu tandava ressoa no abismo restrito
O mundo se molda ao som do tambor
A dança de Shiva, o eterno condutor
Quando o Tandava finda, o Om prevalece
Pralaya dorme, e o mundo renasce
No círculo de Agni, o karma a arder
Shiva, Mahadeva, nunca vai se deter