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Caminhos se abrem na palma da mão
Com saia rodada, firme no chão
Na encruzilhada, rainha chegou
Trazendo o axé que já despertou
Maria Padilha, mulher decidida
Com sangue de estrela, com flor e ferida
Ela não teme, ela não recua
Domina o segredo, a noite e a rua
Tem fogo no riso, tem fé no olhar
Quem vem com maldade vai se queimar
É dona do tempo, do vento, da lei
Quem bate de frente, já sabe, eu sei
Laroyê, mulher de poder
Quem é do axé, vai reconhecer
Laroyê, rainha que gira, que cura, que ensina
Padilha é força, é luz feminina (é terreiro)
Com vinho e rosa, prepara o terreiro (terreiro)
Com canto e dança, com passo certeiro (terreiro)
Mulher feiticeira, senhora do jogo (terreiro)
Aquece o corpo, levanta do fogo (é terreiro)
Não vive de sombra, só vive de luz (é terreiro)
Carrega nas mãos os mistérios da cruz (é terreiro)
Maria não chora por homem nenhum (é terreiro)
Ela é caminho, começo e fim de um
Vai, Maria, axé!
Laroyê, mulher de poder
Quem é do axé, vai reconhecer
Laroyê, rainha que gira, que cura, que ensina
Padilha é força, é luz
Laroyê, mulher de poder
Quem é do axé, vai reconhecer
Laroyê, rainha que gira, que cura, que ensina
Padilha é força, é luz feminina (laroyê!)
É terreiro
É terreiro
É terreiro (é Maria)
É terreiro (é Maria, é Maria)
É terreiro (é luz, é força feminina)