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Movimento ensaiado de bonecos quebrados
Que seguem os fios que contam ilusão
Sentimento espelhado de comandos velados
Que tecem os fios que ditam toda a ação
Na cena triste, um boneco até sorri
Criam história louca como nunca vi
Mas quem dá voz a eles é quem tem as cordas
Na cena existe uma emoção que não senti
Como se quem falasse não estivesse ali
Pois quem impõe a voz escreve em linhas tortas
No fim da apresentação
Se fecham na solidão
Da clausura de uma caixa desbotada
No fim da apresentação
Se calam na solidão
De uma voz que sem o outro não é nada
Até que haja outra mentira contar
Desalento abafado de fantoches treinados
Pois seguem os fios que são de outro alguém
Lamento acostumado de amor fabricado
Pois tecem os fios que não amam ninguém
Na cena triste, um boneco até sorri
Criam história louca como nunca vi
Mas quem dá voz a eles é quem tem as cordas
Na cena existe uma emoção que não senti
Como se quem falasse não estivesse ali
Pois quem impõe a voz escreve em linhas tortas
No fim da apresentação
Se fecham na solidão
Da clausura de uma caixa desbotada
No fim da apresentação
Se calam na solidão
De uma voz que sem o outro não é nada
Até que haja outra mentira contar