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Enquanto a gata erotiza, tira a roupa toda
Pro voz rouca, fogo na maconha, porra
Bora, agiliza, ver a vida numa camada
Tipo exorcista
No naipe massa, boladão de brisa
Enquanto a japa do kunk
Segue bolando um
Os loja trufa de bike
Só para manter os lucros
O tempo todo é fluxo
A peça na bermuda
Era digital, roda é quadrada
Só não roda, truta
Comércio ilegal
Mó naipe de ladrão
No neguinho marginal
Ela sente tesão, ay
São dores tão reais
Na grade, solidão
Vi Lil Chick na tranca
Vi o choro de Dona Raimunda
Não teve propina para homem de farda
Não entenderam nada, leia a prostituta
Esses porra até cantam
Só visam os lucros
São reis de nada
E nem senhores do próprio mundo
Oi, necessidade fodendo a razão
Comendo ela, esqueci quase tudo
Neguinho só quer ter uma condição
Vim pra buscar, eu vim do fim do mundo
Uô, uô, uô, uô
Amo xota, mas não perco foco
Minha gata é tipo flor-de-lótus
Fumo um só de remédio
Roda, não, menor, que eu não adoeço fácil
Que nem o guerreiro
Eu vim do final para o começo
Maloqueiro meio vesgo
Assistia A Selva
Cês não era nem esperma
Vida real não é tempo, é desempenho
Pra nós quero a riqueza, a pobreza já temos
Nobreza de verdade rege o próprio tempo
Fé em nós mesmos
Zero nigga é o medo dos homens
Quando bate a fome, quando o coro aperta
Quando o sol não brilha, quando é só injustiça
Quando nada expira, nem mesmo o poeta
Quando o certo é errado sob o seu bigode
Um tiro na testa desse molecote
Quando a gata fode por necessidade
Enquanto houver inimigo, eu vou 'tá no fight
Oi, necessidade fodendo a razão
Comendo ela, esqueci quase tudo
Neguinho só quer ter uma condição
Vim pra buscar, eu vim do fim do mundo
Uô, uô, uô, uô