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No alto de um penhasco denso, coberto de nuvens, vê-se uma mulher
Em polvorosa, a mulher saca um punhal
Aflita, ela grita aos céus
"Se rasgo minha carne de mulher ferida, o que sobra de mim?
Se rasgo minha carne de mulher ferida, renasço mulher felina?
Se rasgo minha carne de mulher ferida, nasce a pantera em mim."
Criei um mundo ideal pra viver
Com sombra e sal que não cabe você
Aqui, eu me dispo de mim
Rasgo minha pele e me encontro assim
O mar tá revolto, o céu avermelhou
Um dia eu te encontro, sem medo e pavor
No fim, eu me encontro assim
Não sei o que espera de mim
No fim, eu me encontro assim
Uma vira-lata de nome inventado
Sem corpo criado
Sem rumo e sem padrim