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No princípio, silêncio e palavra
O verbo que se fez luz e vida
Habita o chão, toca o chão
E no ventre do tempo, a esperança acorda
Da noite fria, o grito contido
No estábulo, o mundo se abre em flor
Um Deus menino, sombra e sol
Veio vestir-se de humanidade e amor
Não mais distante, mas em nós presente
No olhar do frágil, o eterno se fez gente
O verbo se fez carne, habitou em nós
Luz na sombra, promessa e voz
Em cada gesto, a vida se revela
Deus conosco, Emanuel
No sopro do vento, no calor da mão
A promessa viva que rompe a escuridão
O impossível nasce, o eterno renasce
Em cada coração aberto à redenção
O menino que veio, o mundo transformou
Luz que permanece, amor que não acabou