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Sencillo / Pista
Eu juro que é melhor se entregar
Ao jeito felino provocador
Minha Imperatriz
Devoro pra ser devorado
Não vejo pecado ao sul do Equador (vai!)
(Lá-laiá-laiá!) Olha a Imperatriz chegando
(Lá-laiá-laiá!) Dá licença (lê-lê, lê-lê)
(Lá-laiá-laiá!) Alô Nação Leopoldinense!
Alô Imperatriz! Alô swing da Leopoldina! (Lá-laiá-laiá)
O sonho (virou realidade!)
Tira o pé do chão!
Se joga na festa, esquece o amanhã
Minha escola na rua pra ser campeã
Se joga na festa, esquece o amanhã
Minha escola na rua pra ser campeã
Vem meu amor (vem meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que o dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (olha, meu amor)
Vem, meu amor (ô, vem meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que o dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (mas eu sou)
Sou meio homem, meio bicho
O silêncio e o grito, pássaro-mulher (o quê?)
Que pinta a verdade no rosto, traz a coragem no corpo
E nunca esconde o que é
Pelo visível, indefinível
Ressignifica o frágil
O que confunde é o desbunde
Do que desafia o fácil (mas eu canto)
Canto com alma de mulher (de mulher, de mulher)
Arte que sabe o que quer, e não se esqueça
Eu sou o poema que afronta o sistema
A língua no ouvido de quem censurar
Livre para ser inteiro, pois, sou homem com H
Eu sou o poema que afronta o sistema
A língua no ouvido de quem censurar
Livre para ser inteiro, pois, sou homem com H
E como sou
O bicho, bandido, pecado e feitiço
Pavão de mistérios, rebelde, catiço
A voz que à cálida rosa deu nome
A força de Atenas que o mal não consome
O sangue latino que vira, vira, vira lobisomem
Eu juro que é melhor se entregar
Ao jeito felino provocador
Devoro pra ser devorado
Não vejo pecado ao sul do Equador
(Se joga na festa!) Se joga na festa, esquece o amanhã
Minha escola na rua pra ser campeã
Se joga na festa, esquece o amanhã
Minha escola na rua pra ser campeã (vem, meu amor)
Vem, meu amor (vem, meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que o dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (olha, meu amor)
Vem, meu amor (vem, meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (mas eu sou)
Sou meio homem, meio bicho
O silêncio e o grito, pássaro-mulher
Que pinta a verdade no rosto, traz a coragem no corpo
E nunca esconde o que é
Pelo visível, indefinível
Ressignifica o frágil
O que confunde é o desbunde
Do que desafia o fácil (mas eu canto)
Canto com alma de mulher (ô, de mulher, de mulher)
Arte que sabe o que quer
E não se esqueça (eu sou o poema)
Eu sou o poema que afronta o sistema
A língua no ouvido de quem censurar
Livre para ser inteiro, pois, sou homem com H
Eu sou o poema que afronta o sistema
A língua no ouvido de quem censurar
Livre para ser inteiro, pois, sou homem com H
E como sou
O bicho, bandido, pecado e feitiço (ha-ha-ha)
Pavão de mistérios, rebelde, catiço
A voz que à cálida rosa deu nome
A força de Atenas que o mal não consome
O sangue latino que vira, vira
Vira lobisomem (eu juro)
Eu juro que é melhor se entregar
Ao jeito felino provocador
Devoro pra ser devorado
Não vejo pecado ao sul do Equador
Se joga na festa, esquece o amanhã
Minha escola na rua pra ser campeã
Se joga na festa, esquece o amanhã (é agora, Imperatriz)
Minha escola na rua pra ser campeã (sai do chão!)
Vem, meu amor (vem, meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que o dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (olha, meu amor)
Vem, meu amor (ô, vem, meu amor)
Vamos viver a vida (bota pra ferver)
Bota pra ferver, que o dia vai nascer
Feliz na Leopoldina (vai)
Lá-lá-laiá, lá-lá-laiá
(Lê-lê, lê-lê)
Lá-lá-laiá, lá-lá-laiá
Lê-lê, lê-lê
Lá-lá-laiá, lá-lá-laiá
(Lê-lê, lê-lê)
Lá-lá-laiá, lá-lá-laiá
O sonho virou realidade
Imperatriz é Ney Matogrosso, ha-ha!