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No palácio do acaso
Coroada pelo improvável
O silêncio pesa como ouro
E o medo veste seda
Entre banquetes e véus
Há um nome escondido
Uma origem silenciada
Uma semente prestes a romper
Mas quem cala o coração
Quando Deus acende a voz?
Quem foge do chamado
Quando o tempo se fecha?
Por um tempo como este
Eu me ergo, eu respiro
Se perecer... que eu pereça
Mas não calarei
Por um tempo como este
O medo se dobra
E a esperança se levanta
Em mim
O decreto pesa
Como sombra sobre o povo
Mas quem escreveu o destino
Não foi o inimigo
O silêncio se parte
Feito vidro nas mãos da coragem
E a rainha se faz intercessora
Onde só havia ausência
Mas quem cala o coração
Quando Deus acende a voz?
Quem foge do chamado
Quando o tempo se fecha?
Por um tempo como este
Eu me ergo, eu respiro
Se perecer... que eu pereça
Mas não calarei
Por um tempo como este
O medo se dobra
E a esperança se levanta
Em mim
Quando tudo se cala
Há uma voz que insiste
"Foste chamada
Por um tempo como este."
Por um tempo como este
Eu me ergo, eu respiro
Se perecer... que eu pereça
Mas não calarei
Por um tempo como este
O medo se dobra
E a esperança se levanta
Em mim