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Bão demais, sô!
Na palma da mão todo mundo assim, ó
Recordo com saudade
Seus encantos, Merceditas
Perfumada flor bonita
Me lembro que uma vez
A conheci no campo
Muito longe, numa tarde
E hoje só ficou saudade
Desse amor que se desfez
E assim nasceu (o nosso querer)
Com ilusão (e muita fé)
Mas eu não sei por que esta flor
Deixou-me dor e solidão
Ela se foi com outro amor
E assim me fez compreender
O que é querer, o que é sofrer
Por que lhe dei meu coração?
Cadê as palminhas assim, ó?
Na palma, na palma da mão!
¡Arriba, muchacho!
Segura essa!
Solta a voz meu irmão, vai lá
O tempo foi passando
E as campinas, verdejando
A saudade só ficando
Dentro do meu coração
Mas apesar do tempo
Já passado, Mercedita
Essa lembrança palpita
Na minha triste canção
E assim nasceu (o nosso querer)
Com ilusão (e muita fé)
Mas eu não sei por que essa flor
Deixou-me dor e solidão
Ela se foi com outro amor
E assim me fez compreender
O que é querer, o que é sofrer
Por que lhe dei meu coração?