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Sencillo / Pista
Tá certo sim!
É muita habilidade, meu povo!
Canta, canta, Tuiuti!
(Tuiuti)
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir
A cidade em louvação, desce o morro do Tuiuti
Liberdade no coração (o dragão de João e Aldir)
A cidade em louvação (desce o morro do Tuiuti)
Oh, nas águas!
Nas águas da Guanabara, ainda o azul de araras
Nascia um herói libertador
O mar com as ondas de prata
Escondia no escuro, a chibata
Desde o tempo do cruel contratador
Eram navios de guerra, sem paz
As costas marcadas por tantas marés
O vento soprou a negrura
Castigo e tortura no porão e no convés
Ô-ô-ô, vem!
Ô-ô-ô, a casa grande não sustenta temporais
Ô-ô-ô, veio dos pampas pra salvar Minas Gerais
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Ô, meu nego
Meu nego, a esquadra foi rendida
E toda gente comovida, vem ao porto em saudação
Ah, nego, a anistia fez o flerte
Mas o Palácio do Catete preferiu a traição
Oh, o quê que tem?
O luto dos tumbeiros, a dor de antigas naus
Um novo cativeiro, mais uma pá de cal
Glória aos humildes pescadores
Iemanjá com suas flores e o cais da luta ancestral
Salve o almirante negro
Que faz de um samba enredo, imortal
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir
A cidade em louvação, desce o morro do Tuiuti
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir
A cidade em louvação, desce o morro do Tuiuti
Oh, nas águas!
Nas águas da Guanabara
Ainda o azul de araras
Nascia um herói libertador
O mar com as ondas de prata
Escondia no escuro, a chibata
Desde o tempo do cruel contratador
Eram navios de guerra, sem paz
As costas marcadas por tantas marés
O vento soprou a negrura
Castigo e tortura no porão e no convés
Ô-ô-ô, ôba!
Ô-ô-ô, a casa grande não sustenta temporais
Ô-ô-ô, veio dos pampas pra salvar Minas Gerais
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Ah, meu nego!
Meu nego, a esquadra foi rendida
E toda gente comovida, vem ao porto em saudação
Ah, nego, a anistia fez o flerte
Mas o Palácio do Catete preferiu a traição
O luto dos tumbeiros, a dor de antigas naus
Um novo cativeiro, mais uma pá de cal
Glória aos humildes pescadores
Iemanjá com suas flores e o cais da luta ancestral
Eu quero ouvir (salve) o quê? (O almirante negro)
(Que faz de um samba enredo, imortal)
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir
A cidade em louvação, desce o morro do Tuiuti
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir
A cidade em louvação, desce o morro do Tuiuti
Oh, nas águas!
Nas águas da Guanabara
Ainda o azul de araras
Nascia um herói libertador
O mar com as ondas de prata
Escondia no escuro, a chibata
Desde o tempo do cruel contratador
Eram navios de guerra, sem paz
As costas marcadas por tantas marés
O vento soprou a negrura
Castigo e tortura no porão e no convés
Ô-ô-ô, a casa grande não sustenta temporais
Ô-ô-ô, veio dos pampas pra salvar Minas Gerais
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Lerê, lerê, mais um preto lutando pelo irmão
Lerê, lerê e dizer: Nunca mais escravidão
Ah, meu nego!
Meu nego, a esquadra foi rendida
E toda gente comovida, vem ao porto em saudação
Ah, nego, a anistia fez o flerte
Mas o Palácio do Catete preferiu a traição
O luto dos tumbeiros a dor de antigas naus
Um novo cativeiro mais uma pá de cal
Glória aos humildes pescadores
Iemanjá com suas flores e o cais da luta ancestral
Salve o almirante negro
Que faz de um samba enredo, imortal
Liberdade no coração, o dragão de João e Aldir