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Andei na sé, passei na luz
O brilho ofuscado pelo o descaso
Como pude ver, o que há de ser
Do inferno que habita nos corações
Das almas que perdem a noção
Com a encrenca que foi se meter
Só deus há olhar por você
Da vida só quer se drogar
Delira não quer mais voltar
A vida perdeu seu valor
A vida que a vida levou
O impacto dessa dor
É devasso e avassalador
Não há domínio que possa conter
O estrago que venha ocorrer
Na vida de quem se entregar
Com a sorte não pode contar
Precoce ele tende a morrer
O sistema não quer nem saber
Maldita ela quer te tragar
Revira de pernas pro ar
Devora qualquer cidadão
Te peço nos dê proteção
Prisioneiro o que se vê nas ruas
Prisioneiro é o que se vê!
Prisioneiro é o que se vê!
O telhado é céu, a cama é o chão
O corpo está cansado definhando
Sem perceber, a apodrecer
Na onda que foi mergulhar
Zumbi é o que vai se tornar
Insana, convence você
Dilui toda forma de ser
Repele qualquer convenção
Te mostra o que é solidão
Isola, te deixa na mão
Te joga na escuridão
Prisioneiro é o que se vê nas ruas
Prisioneiro é o que se vê!
Prisioneiro é o que se vê!
Ó pai nos dá um pouco de fé pra caminhar
Ó pai nos dá um pouco de fé pra superar