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Carrego no peito um erro que não sangra
Mas que grita quando o silêncio vem
Olhos no espelho, vejo a falha estampada
Sou pó tentando ser alguém
Caminho torto, fé em conflito
Joelhos no chão, alma em guerra
Quero o céu, mas piso no abismo
Sou carne fraca, cicatriz eterna
Eu tento arrancar
Mas não sai
Eu tento fugir
Mas tá em mim
É a marca
Cravada em mim
Não tem como apagar
Eu não sou perfeito, eu sei
É a marca
Do que eu fui
Do que eu sou sem Deus
Se não for a cruz
Eu não sobrevivo
Toda promessa morre na tentação
Todo eu consigo cai outra vez
Minha vontade luta contra a escuridão
E o pecado conhece meu nome melhor que eu mesmo
Sou refém do que eu odeio
Prisioneiro da própria escolha
Quero ser limpo, mas me sujo por dentro
Sou falha viva pedindo socorro
Eu tento esconder
Mas dói
Eu tento ser forte
E caio depois
É a marca
Cravada em mim
Não tem como apagar
Eu não sou perfeito, eu sei
É a marca
Do que eu fui
Do que eu sou sem Deus
Se não for a cruz
Eu não sobrevivo
Se essa marca me condena
Então que o sangue me defina
Não é minha força
Não é minha obra
É a graça que me mantém vivo
Se o pecado grita meu nome
A cruz grita mais alto
É a marca
Mas não é o fim
Tá no meu corpo
Mas não manda em mim
É a marca
Eu não nego, eu sei
Mas eu vivo pela cruz
Não pelo que eu errei
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