(A polícia me persegue)
(Mas não deixo a malandragem)
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Pega, pega, sobe, desce
Quando me para, ela se cresce
Vem na febre, chega apavora
Leva uma, me manda embora
A periferia é o alvo dela
Que diz que só tem ladrão na favela
Quando atira, não desacredite
Que a maldade existe (que a maldade existe)
Um mano morreu no Pombal
Ela chegou já sentando pau
O maluco era só suspeito
Mas ela se achou no direito (de matar)
São Paulo, à noite é perigo
Pra quem é inocente e bandido
Trabalhador, ladrão
Não vacile com ela (não, não)
Em Diadema, Jardim Ângela
Capão Redondo, Brasilândia
A vida é foda, você pode crer
É bem pior (bem pior), do que se passa na TV
Em 92 invadiram
O Carandiru e deram uma pá' de tiro
A autoridade foi além do normal
E não querem que eu fale mal, hum!
Muita gente abafa, o massacre, morte em massa
Quem 'tava pagando o que fez no passado
Foi torturado, morto, arrastado
A favela naval, também foi ferida
Um trabalhador, perdeu a vida
Deram tiro, rajada (rajada)
Abusaram do nada (abusaram do nada)
O povo desconfiado e com medo
Vai pro rolê, volta cedo
Mas é qualquer dia, qualquer hora
Quando ela quer, apavora
Vão me chamar de folgado
Porque tô certo, não tô errado
O povo apanha, mas não é loki'
A periferia é choque (é choque)
Tô na rua, sou mal olhado
Percebo que sou encarado
Passo reto, deixo quieto
Mas não vacilo, tô esperto (tô esperto)
O seguro morreu de velho
O esperto tá no cemitério (no cemitério)
É Deus que protege o meu caminho
E nunca me deixa sozinho, hum
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
Tô na quebrada, encontro os irmão
À procura de diversão
Tô esperto, cauteloso
Pois os homi', são apetitoso (apetitoso)
O clima na periferia é tenso (é tenso)
Toma cuidado, é assim que eu penso
Vou ligeiro, senão é roça
Ela embaça na nossa (na nossa)
Sirene ligada na maior altura
Vem no apetite, na captura
Pede licença pra revirar tudo
E diz por aí, que eu sou vagabundo (vagabundo)
Sempre tem um que se aproveita
Não age na lei, não me respeita
Dizem que queimo a minha imagem
Que me envolvo com a malandragem
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
Pega, pega, sobe, desce
Quando me para, ela se cresce
Vem na febre, chega apavora
Leva uma, me manda embora
A periferia é o alvo dela
Que diz que só tem ladrão na favela
Quando atira, não desacredite
Que a maldade existe (que a maldade existe)
Um mano morreu no Pombal
Ela chegou já sentando pau
O maluco era só suspeito
Mas ela se achou no direito (de matar)
São Paulo, à noite é perigo
Pra quem é inocente e bandido
Trabalhador, ladrão
Não vacile com ela (não, não)
Em Diadema, Jardim Ângela
Capão Redondo, Brasilândia
A vida é foda, você pode crer
É bem pior (bem pior), do que se passa na TV
Em 92 invadiram
O Carandiru e deram uma pá' de tiro
A autoridade foi além do normal
E não querem que eu fale mal, hum!
Muita gente abafa, o massacre, morte em massa
Quem 'tava pagando o que fez no passado
Foi torturado, morto, arrastado
A favela naval, também foi ferida
Um trabalhador, perdeu a vida
Deram tiro, rajada (rajada)
Abusaram do nada (abusaram do nada)
O povo desconfiado e com medo
Vai pro rolê, volta cedo
Mas é qualquer dia, qualquer hora
Quando ela quer, apavora
Vão me chamar de folgado
Porque tô certo, não tô errado
O povo apanha, mas não é loki'
A periferia é choque (é choque)
Tô na rua, sou mal olhado
Percebo que sou encarado
Passo reto, deixo quieto
Mas não vacilo, tô esperto (tô esperto)
O seguro morreu de velho
O esperto tá no cemitério (no cemitério)
É Deus que protege o meu caminho
E nunca me deixa sozinho, hum
Tô na quebrada, encontro os irmão
À procura de diversão
Tô esperto, cauteloso
Pois os homi', são apetitoso (apetitoso)
O clima na periferia é tenso (é tenso)
Toma cuidado, é assim que eu penso
Vou ligeiro, senão é roça
Ela embaça na nossa (na nossa)
Sirene ligada na maior altura
Vem no apetite, na captura
Pede licença pra revirar tudo
E diz por aí, que eu sou vagabundo (vagabundo)
Sempre tem um que se aproveita
Não age na lei, não me respeita
Dizem que queimo a minha imagem
Que me envolvo com a malandragem
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Ahm-ahm
(Ela pensa que é o quê?) Quer me foder
(Que é o quê?) Quer me foder
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
Ahm-ahm-ahm
(A polícia me persegue)
(Mas não deixo a malandragem)