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Estou preso num ciclo sem fim
Onde cada passo me afunda mais
As vozes gritam dentro de mim
Mas nenhuma delas sabe me salvar
Tentei carregar sozinho
Essa cruz feita de orgulho e cinzas
Mas os joelhos cederam
E a luz se apagou
Mas Tu me chamaste pelo Nome
Mesmo quando eu não tinha voz
Na minha queda, Tu estavas de pé
Na minha escuridão, Tu és a luz
Não foi por mérito, foi graça
Não foi força, foi amor
Hoje eu levanto com as mãos vazias
E o coração cheio do Teu poder
Os dias eram só cinza e dor
Meu espelho mostrava um estranho
Construí muralhas ao redor
Mas o vento do céu derrubou
Não foi um grito de guerra
Foi um sussurro no meio do caos
Filho, basta Minha presença
E tudo começou a tremer
Porque Tu me chamaste pelo Nome
Mesmo quando eu não tinha voz
Na minha queda, Tu estavas de pé
Na minha escuridão, Tu és a luz
Não foi por mérito, foi graça
Não foi força, foi amor
Hoje eu levanto com as mãos vazias
E o coração cheio do Teu poder
Eu não sou mais quem era
O velho homem morreu na cruz
E o que ressuscitou
É Teu, Senhor
Sim, Tu me chamaste pelo Nome
E agora eu tenho voz
Na minha luta, Tu és minha espada
No meu silêncio, Tu cantas em mim
Não é mais meu fôlego, é o Teu Espírito
Não é mais meu caminho, é a Tua verdade
Eu caminho onde Tu me levas
Com a vitória já selada na cruz
Graça... graça... graça