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Quando fico em frente ao espelho
Me relato, me contrato e me acabo de pensar
Que um simples espelho
Desapercebe-se a função de um mero aparelho
Enfim, o espelho
Me remete ao que eu era, e ao que eu sempre quis ser
Aquele homem em frente ao espelho
Imortal, invulnerável, escaravelho
Ao vento, furto ao relento
Escalo sem teto
O medo proliferado
Pelo perfil lento
Espelho, você tá cansado de ver
E de ouvir certas coisas
Que vim trazendo desse mundo desterro
(Me corta, me alucina)
(Espelho que se quebra)
(E me leva a real exuberância)
A lembrança do amor
Me faz descansar, tantas vezes
Tremendas circuladas que me faz
Pensar, e pensar, e pensar, e pensar