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Comemorou vazio, com um olhar estático
Na solidão hostil da sua visão de plástico
No âmago do incerto, se agarrou no ódio
O mal mais desperto condecorou ao pódio
Explode, em fúria, coração que dispara tiro, golpe, grito e abuso
Reforça, em surra, opressão que separa ouro, lata, pouco ou muito
Repete, em jura, oração que declara guerra, raiva, morte a tudo
Afoga qualquer coisa que não queira ouvir
Acendeu seu pavio, um ser monocromático
Com pensamento vil e um horizonte apático
Idolatrou tortura como se fosse médio
Se foge à leitura, pra ele é sacrilégio
Explode, em fúria, coração que dispara tiro, golpe, grito e abuso
Reforça, em surra, opressão que separa ouro, lata, pouco ou muito
Repete, em jura, oração que declara guerra, raiva, morte a tudo
Afoga qualquer coisa que não queira ouvir
E por não ter amor, não pode ser empático
Tudo que lhe sobrou foi um sonho fanático
Não há pior defeito do que viver sem alma
Pois tudo a seu respeito é pra se acabar