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É a tua cabeça que te deixa só
O pensamento é que te dá um nó
Dentro de ti é tudo tão selvagem
E é você que adia sempre a viagem
Nada existe aí
Nada vai impedir
Nada, em todo lugar
Nada sem se afogar
Nada sem se apegar
Nada pro tempo é demais
Nada, nada
Nada além
Nada, nada
Nada além
É nos seus pés que você tropeça
E as suas mãos te atrapalham à beça
São os seus dois olhos sempre a procurar
Só que pensar é estar doente dos olhos
Nada existe aí
Nada vai impedir
Nada, em todo lugar
Nada sem se afogar
Nada sem se apegar
Nada pro tempo é demais
Nada, nada
Nada além
Nada, nada
Nada além
Nada (nada, nada, nada)
Nada (nada, nada, nada)
Nada além
Nada (nada, nada, nada)
Nada (nada, nada, nada)
Nada além, oi!