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Castelobeats
Choice
Um estranho anjo caído
Quando eu fui rei
Dalama, o legado iluminado Dalai Lama
Meu drama, meu sonho, meu karma, meu próprio Nirvana
Nem fome, nem plano, nem sono
Eu vou subir à montanha
Sem senha, sem nome, sem cano
Eu consegui a barganha
Com sangue, com honra, com cano
Eu fui como Leônidas
Um homem sem chance num trono que drene esperança
Um jovem na trama cercado por todos os lados de inveja
Covardes, olhares de desconfiança
Mas eu voltei para ser o guia ou para seguir o caminho
Ou ser o grito de alegria que abrevie o tiro
Ou ser o triplo ou ser o quinto já não ligo
Eu destruí, roubei, matei, mas eu quebrei o ciclo
Reconstruí, paguei, lutei, eu fui correspondido
Eu me instruí, peguei a lei e fiz meu próprio artigo
Se não sei se insinuei aquilo que eu queria
Fui incompreendido, apenas um estranho anjo caído (no microfone)
(Não tem competição no microfone)
Apenas um estranho anjo caído (no microfone)
(Não tem competição no microfone)
Subjugado, punido, menosprezado engolido
Despreparado, iludido, desafiado, vencido
Fui condenado, ferido, pisoteado, agredido, machucado, abatido
Fadado a ser esquecido
Fui humilhado, jogado, quebrado, eu fui reduzido
Fiquei marcado, acuado, fui sufocado
Rendido, acorrentado, esmagado, atormentado, excluído
O monstro mantido em sigilo
Estranho o anjo caído
Eu escrevo esse meu legado em idioma banido
Nesse bioma corrompido, eu faço parte do vírus que pelo aroma envenena
Narina sem ter vacina, que te fascina e te puxa pro abismo igual cocaína
Sou essa velha coluna que desmorona em ruínas
O mal que respira na sombra em perpétua disciplina
Sou a sentença e a saída, a cicatriz e a ferida
Sou o silêncio que não é ouvido
Um estranho anjo caído (no microfone)
(Não tem competição no microfone)
Um estranho anjo caído (no microfone)
(Não tem competição no microfone)
OOFCAY