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Eu não durmo há quatro dias
E a guitarra está farta de ti
E as conversas que adias
Pedem noites a pensar num fim
Mas tu não vês e viras costas
Faço figas, faço apostas
Para tentar voltar a ter-te aqui
Depois o prémio é indiferença
Tu já não vês a diferença
Dou-te mesmo e seguimos assim
Volta a tentar querer-me outra vez
Não falta espaço para seres quem és
Escrevo três canções só de uma vez
E recuperas o tal verso que nos fez
Eu já te pedi
Não dês lugar ao fim
O que é feito de ti
O que é feito de mim
Há noites que eu já não tento
E desisto de chamar por ti
Mas a razão fala mais alto
E não me deixa seguir assim
Eu desviei para uma via
Que aos poucos fica vazia
Vais e voltas sem sequer pedir
Mas a verdade está nas letras
E as desculpas que inventas
Dão me acordes que choram por ti
Volta a tentar querer-me outra vez
Não falta espaço para seres quem és
Escrevo três canções só de uma vez
E recuperas o tal verso que nos fez
Eu já te pedi
Não dês lugar ao fim
O que é feito de ti
O que é feito de mim
É de noite, é madrugada
Dou-te tudo, dás-me nada
No escuro e no silêncio
Só quero a tua chamada
Queres sair e eu não te prendo
Sopras velas que eu acendo
E eu já te vi assim
É de noite é madrugada
Dou te tudo dás-me nada
Mensagem sem resposta
Faço a última chamada
Queres sair e eu não te prendo
Sopras velas que eu acendo
E eu já te pedi
Já te vi assim
A dar lugar ao fim
O que é feito de ti
Não quero isto pra mim