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No meio da ira
Quando as palavras se tornam lanças
Ela escuta o silêncio
A voz que ninguém ousa ouvir
Com passos de prudência
Atravessa o caos
Não para confrontar o fogo
Mas para apagar a chama antes que cresça
Não pela força
Mas pela sabedoria
Ela acende a luz
No breu do desespero
Voz na tempestade
Calma que acalma o vento
Entre as pedras do orgulho
Ela planta o perdão
Quebra o ciclo da guerra
Faz da palavra um caminho
Voz na tempestade
Paz que vence o grito
Nem todo poder está nas mãos cerradas
Às vezes mora no gesto que apazigua
Abigail, como um sopro suave
Dissolve a raiva
E a justiça se veste de misericórdia
Não pela força
Mas pela sabedoria
Ela acende a luz
No breu do desespero
Voz na tempestade
Calma que acalma o vento
Entre as pedras do orgulho
Ela planta o perdão
Quebra o ciclo da guerra
Faz da palavra um caminho
Voz na tempestade
Paz que vence o grito
E na sombra do orgulho
Ela escolheu ser ponte
No meio da fúria
Ela foi paz
Voz na tempestade
Calma que acalma o vento
Entre as pedras do orgulho
Ela planta o perdão
Quebra o ciclo da guerra
Faz da palavra um caminho
Voz na tempestade
Paz que vence o grito