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Ye, Ye, Ye
Banhos em tempos de frio, com a baby na van
Copos de vinho, com a baby na van
Cuecas no fio, para poderem ver
Que nós molhamos e metemos a secar
Meti o Tarzan da selva a se perder
E as Cinderelas a me procurar
Fiz esse verso para poder dizer
Não temos nada por justificar
Banhos em tempos de frio, com a baby na van
Copos de vinho, com a baby na van
Cuecas no fio, para poderem ver
Que nós molhamos e metemos a secar
Meti o Tarzan da selva a se perder
E as Cinderelas a me procurar
Fiz esse verso para poder dizer
Não temos nada por justificar
Quando jogamos, ganhamos, levamos a bola
Nós misturamos, sprite e whiskey cola
Da sexta classe à nona deu pra ver
Que não nascemos pra viver da escola
Que não nascemos pra viver de horário
Que não nascemos pra esperar salário
Paro no tempo, rescrevo esse verso
Trabalho em horas extras, sou extraordinário
Pego a bicicleta e meto a sexta vara
Porque é impossível, me levar no verso
Isso é feitiço, Calili repara
Essa dicção, está parva nesse verso
Com o mano rosa, filho da tia Laura
Tudo que falam soa controverso
Compramos o terço, porque é sexta santa
Mas a mainga está chegar no bengo
Dama Rosa é bala, só que me deu barra
Depois deu conta, que ficou no tempo
Dançamos o Quatro, aquele som dos LAMBAS
Vou namorar, mas não me comprometo
Porque essa parva só quer coisa cara
Vai me levar o dinheiro do projecto
Dubai para Luanda, fizemos a escala
Luanda para, se eu chegar com a Alana
Dentro do Rossio, com a bag na van
Copos de vinho, com a baby na van
Cuecas no fio para poderem ver
Que nós molhamos e metemos a secar
Meti o tarzan da selva a se perder
E as Cinderelas a me procurar
Fiz esse verso para poder dizer DON P
POR JUSTIFICAR
Banhos em tempos de frio
E eu na Van com umas calças de linho
A sentir a brisa perto do rossio
Abusamos de uma quinta-feira
A se fazer de sexta, num país mais frio
Nós fizemos esses vossos versos
Parecerem almas num caixão vazio
No Domingo, em tábuas no rodízio Ye
Banhos em tempos de frio, com a baby na van
Copos de vinho, com a bag na van
Triplico o preço pra poderem ver
Que não nascemos pra justificar
Pus uma milha na Marina bae
Enchergo o preço da Dita na van
Fiz esse verso pra poder dizer
Não temos nada por justificar
Mais de 300 no jacket
As vossas músicas, só vocês que sentem
Aplico a gabardina e faço o pergaminho
Numa transmontana e me sinto mais rico
DON, fast fast tipo Flash
E vocês dizem que eu ando Armado
Eu e Bahamas juntos em Barcarena
Mas o pulso suíço, complica o Horário
Banhos em tempos de frio, Com a baby Naaa
Copos de vinho, Com a baby Naaa
Cuecas no fio, pra poderem ver
Que nós molhamos e metemos a secar
Meti o tarzan da selva a se perder
E as Cinderelas a me procurar
Fiz esse verso para poder dizer BAHAMAS
POR JUSTIFICAR