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Nos limites do espaço, onde o tempo se esvai
A gravidade é um sonho, a luz nunca cai
Viajante solitário, perdido no cosmos
Vórtice estelar, onde o tudo é um fim
Planetas giram como sombras no véu
Estrelas distantes são reflexos do céu
Em silêncio profundo, a eternidade a cantar
Na vastidão do espaço, não há onde escapar
As nebulosas dançam em cores que não sei
A matéria e a luz se tornam o que eu rei
Raios cósmicos cruzam o vazio profundo
E o tempo se dilui no infinito segundo
Cometas riscam o céu em trilhas douradas
Enquanto viajo por dimensões entrelaçadas
No abismo eterno, onde o espaço é amor
A cada passo, me torno o próprio fulgor
Além das galáxias, além do que é visto
Há uma dança que ninguém entende, um rito
A luz da criação nunca se apaga
Eu sou parte dela, não há nada que me traga
Eu sou a poeira das estrelas
Surgindo da escuridão
O universo me chama
E eu sigo sua canção
No vórtice estelar
Onde o infinito é lar
Eu sou o vórtice
O universo é meu lugar
Nos confins do vazio, onde o som é um eco
A matéria se dobra, o universo é um decreto
Galáxias se fundem em espirais de energia
Eu sou o reflexo, a eternidade em harmonia
A luz das estrelas se mistura ao meu ser
No vórtice da mente, eu começo a entender
Sou parte do todo, o fim e o começo
No espaço infinito, não há mais retrocesso
E quando o universo se dobra em silêncio profundo
Cada átomo é memória, cada galáxia, um mundo
As estrelas não morrem, elas se tornam o que sou
Um ser perdido no espaço, onde o tempo não ficou
Entre buracos negros, onde a luz se desintegra
Eu sou a sombra que emerge, a alma que integra
Na vastidão sem fim, o vazio é meu guia
Sigo em frente, sem nome, sem dia