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Sencillo / Pista
Esse samba, eu tenho a honra de ser parceiro
Com a minha rapazeada
Prepara o alguidar, acende a vela
Firma ponto ao sentinela
Pede a bênção pra vovô
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou Exu Pimenta e a falange de Xangô
Tem erva pra defumar
Carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
É mojubá, marabô
Invoque a Lua
Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês
Bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho, arruda, alecrim, oh
Bala de chumbo contra toda covardia
Tenho a fé que habita o sertão
De Lampião, o cangaceiro
Feito Moreno, eu vou viver
Mais de cem anos no meu Salgueiro
Tenho a fé que habita o sertão, uoba
(De Lampião) Lampião (o cangaceiro)
Feito Moreno, eu vou viver
(Mais de cem anos no meu Salgueiro)
Sou espinho qual fulô de macambira (oh oh oh)
Olho gordo não me alcança (eh, laiá)
Ante o mal, a pajelança pra curar
Sempre há uma reza pra salvar
O nó desata, liberdade pela mata
Os mistérios do axé, meu candomblé
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra-egum
Salve, seu Zé, que alumia nosso morro
Estende o chapéu a quem pede socorro
Vermelho e branco no linho trajado
(Sou eu, malandragem de corpo fechado) uoba
Macumbeiro, mandingueiro
Batizado no gongá
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba
Macumbeiro (macumbeiro, mandingueiro)
(Batizado no gongá)
(Quem tem medo de quiumba)
Não nasceu pra demandar
(Meu terreiro) uoba (é a casa da mandinga)
(Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba) prepara, prepara
Prepara o alguidar, acende a vela
Firma ponto ao sentinela
Pede a bênção pra vovô
Faz a cruz e risca a pemba
Que chegou Exu Pimenta e a falange de Xangô
Tem erva pra defumar
Carrego o meu patuá
Adorei as almas que conduzem meu caminho
É mojubá, marabô
Invoque a Lua
Que o povo da encruza não vai me deixar sozinho
Sou herança dos malês
Bom mandingo e arisco
Uso a pedra de corisco pra blindar meu dia a dia
No tacho, arruda e alecrim, oh
(Bala de chumbo contra toda covardia) tenho a fé
(Tenho a fé que habita o sertão) Lampião
(De Lampião, o cangaceiro)
Feito Moreno, eu vou viver
(Mais de cem anos no meu Salgueiro) oh, tenho a fé
(Tenho a fé que habita o sertão) alô, Turano
(De Lampião) Águia de Ouro (o cangaceiro)
(Feito Moreno, eu vou viver) mais de cem anos
(Mais de cem anos no meu Salgueiro)
Sou espinho qual fulô de macambira (oh oh oh)
Olho gordo não me alcança (eh, laiá)
Ante o mal, a pajelança pra curar
Sempre há uma reza pra salvar
O nó desata, liberdade pela mata
Os mistérios do axé, meu candomblé
Derruba o inimigo um por um
Eu levo fé no poder do meu contra-egum
Salve, seu Zé, que alumia nosso morro
Estende o chapéu a quem pede socorro
Vermelho e branco no linho trajado
(Sou eu, malandragem de corpo fechado) eh
Macumbeiro, mandingueiro
(Batizado no gongá)
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas (na curimba)
Uoh, macumbeiro, mandingueiro batizado no gongá (macumbeiro, mandingueiro)
(Batizado no gongá)
Quem tem medo de quiumba
Não nasceu pra demandar
(Meu terreiro) terreiro (é a casa da mandinga) olha ae
(Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba)
Meu terreiro é a cara da mandinga
(Quem se mete com o Salgueiro, acerta as contas na curimba)
Meu terreiro é a casa da mandinga
Quem se mete com o Salgueiro
Quem se mete com o Salgueiro
Nos Braços do Povo
Acabou de acabar
É Deus quem aponta
A estrela que tem que brilhar
Nos braços do povo
Minha alma é comprometida
Quem se mete com o Salgueiro
Acerta as contas na curimba