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Memórias que fazem mais que lembrar
Córtex no caule da razão, não dá tempo de arrepender
Onipotência lírica vim pra dissociar
Conflito é o desabrigado, a oferta a morada do ser
E o maior prisioneiro capaz de te libertar
Proteção sem pretensão, me presta a ação de pretender
Claro que pra entender vão ter que se remediar
Vim da automedicação pra automação do adoecer
Na página rasgada do seu nervo RCA
De um questionamento sujo feliz desfavorecer
Até o desequilibrado ao desestabilizar
Sabe o reabastecimento que vem restabelecer
E a troca de papéis vão ter o protocolizar
A troca inteligente onde a descer pra ensandecer
Depois que escutar isso vão ter que esterilizar
Toda forma de sentido que a vida vem fornecer
Underground até o final e não vou deixar cês comprar
A dúvida é permanente, certeza não é incentivo
Pra quem se identifica não vou nos neutralizar
De ter o colar o seu destino no esgoto radioativo
Ébano da lava se o sistema infectar
Intuição arriscada deixando as presa na presa
É flito que reflete, vença se for atravessar
Todos te intelibanês quando assusta essas baronesa
Meros avisos, meros avisos, meros avisos
Nerds e vírus, nerds e vírus, nerds e vírus
Contra versão do caos de Nibiru
Tô velando o romantismo ao som de La Belle e Dju
Energia destilada diante a dinastia Hu
Listopéres destinados ao circunscinto nu
Tô no peito um caminho estreito
Caminho fácil eu deixei de lado
Abri os zóio com os falso aliado
Conduzindo pro caminho errado
Não, meu bom pode pagar minha má fase
Pra te deixar o meu espaço
Será que tu dá conta do recado?
Será que tu dá conta do recado?
E eu cantei de peito aberto pro mar
As ondas puderam me acalmar
Fechei meus olhos pra pensar
E ao abrir meus olhos cê nem tava lá
Olhei pro cerro e eu pude sentir
A luz querendo me invadir
Mas como meu peito tá trancafiado
Sei que só Deus é meu aliado
Na estrada da vida sei que tô só
Não quero que de mim tu tenha dó
Que é do fundo do poço que sai as pérolas
Eu tô focada só nas cédulas, só nas cédulas
Minha mente tá de milhão
Pique um furacão
Enquanto mais eu me questiono
Vejo que tudo é em vão
Quanto mais eu compreendo
Vejo que eu pouco entendo
Ô louco mundão
Eu mato meu eu todo dia
Atropelo eu mesma todo dia
Quero superar os meus medos
Sei dos meus defeitos
Mas quando eu pude enxergar com clareza
O espelho se quebrou
E me mostrou que eu sou
Que eu sou
A minha própria fortaleza
A minha própria fortaleza
A minha própria fortaleza