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Sencillo / Pista
É a soberana que me emociona, gente!
A luta continua Nilópolis!
Essa é a minha comunidade!
Esquece!
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Mestre Aniso Abraão Davi!
Máximo respeito!
Olha a Beija-Flor aí gente!
Chora cavaco!
Deixa girar que a rua virou Bembé
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá
Deixa girar que a rua virou Bembé
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá (Não me peça)
Não me peça pra calar minha verdade
Pois a nossa liberdade não depende de papel
Em Santo Amaro, todo 13 de maio
Nossa ancestralidade é festejada à luz do céu (Ê, ê)
Ê, ê, João de Obá, griô sagrado
Ê, ê, herança viva no mercado
Cantando, saudamos a nossa fé, as nações do Candomblé
Onde a paz e o respeito
Ressoam no couro do axé funfun, não tememos ataque algum
A rua ocupamos por direito
Põe erva pra defumar, um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, saraiéié
Nosso povo é da encruza, arte preta de terreiro
É mistura de cultura, multidão de macumbeiro
Põe erva pra defumar, um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, saraiéié
Nosso povo é da encruza, arte preta de terreiro
É mistura de cultura, multidão de macumbeiro
O povo gira no xirê, a celebrar
A fé se espalha em cada canto, em cada olhar
Transborda magia no toque do tambor
Às Yabás, o balaio e o amor
Yemanjá Alodê no mar (No mar)
É d'Oxum toda beleza do ibá
É reza no corpo, é dança na alma
A rosa, a palma, o Omolocum
É dona Canô de todo recanto
Evoco a Baixada de Todos os Santos
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Deixa girar que a rua virou Bembé
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá
Deixa girar que a rua virou Bembé
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá (Não me peça)
Não me peça pra calar minha verdade
Pois a nossa liberdade não depende de papel (Vamos lá, Beija-Flor!)
Em Santo Amaro, todo 13 de maio
Nossa ancestralidade é festejada à luz do céu (Ê, ê)
Ê, ê, João de Obá, griô sagrado
Ê, ê, herança viva no mercado
Cantando, saudamos a nossa fé, as nações do Candomblé
Onde a paz e o respeito
Ressoam no couro do axé funfun, não tememos ataque algum
A rua ocupamos por direito
Põe erva pra defumar, um ebó pra proteger
Saraiéié Bokunan, saraiéié
Nosso povo é da encruza, arte preta de terreiro
É mistura de cultura, multidão de macumbeiro
Põe erva pra defumar (Isso aqui)
Um ebó pra proteger (É Beija-Flor de Nilópolis!)
Saraiéié Bokunan, saraiéié
Nosso povo é da encruza, arte preta de terreiro
É mistura de cultura, multidão de macumbeiro
O povo gira no xirê, a celebrar
A fé se espalha em cada canto, em cada olhar
Transborda magia no toque do tambor
Às Yabás, o balaio e o amor (Ai, que coisa linda!)
Yemanjá Alodê no mar (No mar)
É d'Oxum toda beleza do ibá
É reza no corpo, é dança na alma
A rosa, a palma, o Omolocum (Isso é Beija-Flor de Nilópolis!)
É dona Canô de todo recanto
Evoco a Baixada de Todos os Santos
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba
Atabaque ecoou, liberdade que retumba
Isso aqui vai virar macumba (Vai!)
Deixa girar que a rua virou Bembé (Vumbora lá gente!)
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar (Olha a Beija-Flor aí gente!)
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá
Deixa girar que a rua virou Bembé
Deixa girar que a rua virou Bembé
O meu egbé faz valer o seu lugar (Alô Jessica!)
Laroyê, Beija-Flor, Alafiá (Alô Nino!)
Vamos que vamos, meu povo!
Alô meu Brasil!
É essa parte que me emociona! (Esquece!)