(Vinijoe)
Sem tempo pra escrever
Meu turno é insano
24hs na ativa
E na mesma
E naquela certeza
De que a carapuça
De alvo do dia
Cabe em cabeça
Qualquer cabeça pensante
Entende que os que vem daqui
São os "melhor pensador"
Então pensa na dor
Que eu sou diamante
E por ser tão constante
Ela é lapidador
Eu nascido Igrejinha
Cria do Serrão
Pra fazer rotina desci pro café
Sem achar fim da linha
Vou na contramão
É que a Serra picota
Quem ta de má fé
Falta ar mas
Não falta ousadia
De ser quem cê é
E na falta do pão
Esperança nos põe de pé
E o que foi levado
Aprendizado
Pretin levado
Inconformado
Aqui na quebrada
Chamam: MALADO
Rimas de glória
Tenho louvado
Visão pro café
(tá lombrado)
O seu humor racista?
(foi lembrado)
Tu se fudeu!
Não vai ser perdoado
É o mesmo destino
SER INCINERADO
E não tô errado!
Já não temo quem
Me fez julgado
Nem meus traumas
De tempos passados
Preto mesmo
Não chame de pardo!
Dádiva!
Não chame de fardo!
Tardo, mas não falho
Cada macaco vai
No seu galho
Fortalecendo os do mesmo naipe
Dominando as cartas desse baralho
Amarrando meu cadarço
Nunca dou um piso em falso
Duvidaram do que faço
Hoje sabem do que posso
Hoje sabem do que posso
Inimigo perde espaço
Perdeu seu lugar na foto
Cortando giro de moto
Sabe que o bonde é o aço
Meu caminho eu que traço
Meu caminho eu que traço
(Douglas Din)
Olha essa situação
O que nos prende ao chão
Só quem segura sua mão
Sem tempo pra escrever, o corre não para
Sem tempo pra pausa, o corre não para
Se o tempo fechar poucos bota a cara
Com os loko que fechar nós vai botar a cara
Com tempo pra escrever vai beck to beck
Com uns quarenta mil mano no memo app
Tamo há 14 anos no memo cep
E há 031, batalhando e Mec
E a pele dos lobo na selva de pedra
Brilha de joia ou de isqueiro e pedra
Pera! Ai se não fosse os Ice
Espera! Espera!
E os cria vai que vai
E nós vaino passin da humildade
Que baile é sempre pra frente
Lembro do tempo que valia mais o brilho da diaba que anéis e correntes
Pentes reais abatendo mentes
Mentes reais abastecendo pentes
Imaginários, alvejando mentes
Tum tum tum tum tum tum tum tum tum
Mentes
Olha essa situação
O que nos prende ao chão
Só quem segura sua mão
Sem tempo pra escrever, o corre não para
Sem tempo pra pausa, o corre não para
Se o tempo fechar poucos bota a cara
Com os loko que fechar nós vai botar a cara
Amarrando meu cadarço
Nunca dou um piso em falso
Duvidaram do que faço
Hoje sabem do que posso
Hoje sabem do que posso
Inimigo perde espaço
Perdeu seu lugar na foto
Cortando giro de moto
Sabe que o bonde é o aço
Meu caminho eu que traço
Meu caminho eu que traço