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Ele pisou o pó que fizera
Pescou sorriso nos olhos cansados
Mãos de carpinteiro, coração de eterno
Afinou a dor humana no compasso do milagre
Chamou os que não tinham nome
Tocou pele que ninguém queria
Nos becos, a luz se abaixou
Para caber dentro de cada ferida
Deus que caminha entre nós
Poeira nos pés, céu no olhar
Quando fala, o tempo pára
Quando toca, a morte cala
Pegadas riscadas no lago
Pão se multiplica em esperança
Olhos turvos veem auroras
Línguas mudas viram dança
Quem é este que o vento obedece?
Quem é este que o abismo conhece?
Verbo feito carne
Eternidade de mãos dadas com o agora
Deus que caminha entre nós
Poeira nos pés, céu no olhar
Quando fala, o tempo pára
Quando toca, a morte cala
Deus que caminha entre nós
Poeira nos pés, céu no olhar
Quando fala, o tempo pára
Quando toca, a morte cala