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A escuridão me pegou
E vaguei fora do pensamento e do tempo
As estrelas giravam acima
E cada dia era tão longo quanto a idade da terra
Mas não era o fim, senti vida em mim novamente
Havia sido enviado de volta
Para cumprir minha tarefa
A escuridão me pegou
E vaguei fora do pensamento e do tempo
Quantos caminhos errei!?
Quantos buracos entrei!?
Se é errando que aprende, então acertei
Me mantive forte não desmoronei
Segui a trilha de um rei
Porque eu sempre acreditei
Vão dizer que foi sorte
Mas trabalhei forte
Agora chegou minha vez
Longe de casa, longe do conforto
Olheira na cara semblante de morto
Sem tempo pra nada quiçá papo torto
Sem comodismo, dragão de komodo
Alguns a minha volta eu sei que não me entende
Errado é esperar que seja diferente
Minhas dores são minhas e só me pertecem
São fases pra glória como essa corrente
Caneta afiada minha função é quente
O jogo é sujo, não há inocentes
De boot marrom piso nessa serpente
Não corro atrás, visão a frente
Coração gelado e uma bebida quente
Valquírias me cercam com corpos ardentes
Tocam meu corpo, não tocam minha mente
Sucesso é vitória, não só banquetes
Desse céu nublado chovem flechas
E nem todas eu posso enxerga-las
Então peço força além dos céus
Podem me atingir mas não me param
Desse céu nublado chovem flechas
E nem todas eu posso enxerga-las
Então peço força além dos céus
Podem me atingir mas não me param
Me alegro em saber que Odin
Está preparando um banquete
Logo eu estarei bebendo cerveja em chifres
Eu até queria mas não posso evitar
Essa porr@ desse sonho me chama
Meu coração velho arde em chamas
Sinto o corpo então levitar
Como se tudo fizesse sentido
Mesmo que o medo tente me parar
Ninguém sabe aquilo que tô sentindo
Então só eu posso ir lá buscar
Mas me permito as vezes cair
Pra que eu me obrigue depois levantar
Orgulhoso eu não vou desistir
Sonho demais pra sempre acreditar
Mantenho em silêncio e a fé no processo
Sei que deuses podem me observar
Aguardando ansiosos pelo meu regresso
Pois já sabem onde eu vou chegar
Desse céu nublado chovem flechas
E nem todas eu posso enxerga-las
Então peço força além dos céus
Podem me atingir mas não me param
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
CORRE CORRE
QUEM NÃO CORRE!? CORRE!
O herói que entra em Valhalla
Não lamenta sua morte
Eu não entrarei no salão de Odin com medo
E lá, eu esperarei pela chegada dos meus filhos
E quando chegarem
Eu vou me divertir com suas histórias de triunfo