Eu na minha prancha sobre o mar
A flutuar na imensidão
Tudo se move sem parar
As ondas vêm, as ondas vão
Mas atenção, não vão levar
A minha paz
Eu só estou tentando atravessar
As ondas da rebentação
E é tão difícil equilibrar
Mas regressar, não posso, não
Porque senão, não vou chegar
A mansidão
Eu que vim da espuma onde seus pés
Estão a procurar o chão
O Sol se põe, o mar, o céu
Estão agora em comunhão
E eu então, estou aqui
Na confusão