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Tua palavra é flecha fincada na garganta
É pó dentro do anel envenenando a água
Tua palavra é lava moldando a guerra santa
Rato roendo a cama enquanto o sono escapa
A gente queria mesmo que você sumisse num eclipse qualquer
E em outra galáxia fosse obrigado a ler Paulo Freire
Também não seria nada mal se habitasse a pele de uma mulher
Ou quem sabe um índio vendo o invasor chegando do mar
Tua avareza encaixa in a distant paradise
Onde tudo se cala, lava, passa e ninguém viu
Tua presença inflada já revelou do que é capaz
Salta aos olhos lá fora, mas aqui nos repartiu
A gente queria mesmo que você partisse num foguete pro além
E a outra dimensão fizesse um novo de você renascer
Fosse desarmado este gesto raso e teu olhar boçal de desdém
Ou quem sabe a empatia nasça e te faça refém
A mili, a mili, tem concha, tem concha, tem propi e mama, ratatá